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	<title>Igreja Batista Mata da Praia &#187; Estudos Bíblicos</title>
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		<title>INTRODUÇÃO À LITERATURA APOCALÍPTICA</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 19:54:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ismael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Pr. Marcelo Rodrigues de Aguiar (*)    
        Definição: um apocalipse é um livro que contém revelações reais ou alegadas de segredos celestiais ou dos eventos que acompanharão o fim do mundo e a inauguração de uma nova época. Os apocalipses floresceram no seio do judaísmo entre 200 aC e 100 dC, imitando o livro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Autor: Pr. Marcelo Rodrigues de Aguiar (*)<img class="alignleft size-full wp-image-1235" title="apocalipse" src="http://www.ibmatadapraia.org.br/wp-content/uploads/2009/07/apocalipse.jpg" alt="apocalipse" width="346" height="79" />    </p>
<p>        Definição: um apocalipse é um livro que contém revelações reais ou alegadas de segredos celestiais ou dos eventos que acompanharão o fim do mundo e a inauguração de uma nova época. Os apocalipses floresceram no seio do judaísmo entre 200 aC e 100 dC, imitando o livro de Daniel. Eles surgiram em um meio de perseguição para explicar o sofrimento dos justos e a demora do Reino de Deus, e também para preencher o vácuo profético. Todo apocalipse é escatológico, mas nem toda escatologia é apocalíptica. Escatologia é a &#8220;doutrina das últimas coisas&#8221;.<br />
            Diferenças entre os gêneros profético e apocalíptico:</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="299" valign="top">PROFECIA</td>
<td width="299" valign="top">LITERATURA APOCALÍPTICA</td>
</tr>
<tr>
<td width="299" valign="top">Ênfase na &#8220;Palavra do Senhor&#8221;</td>
<td width="299" valign="top">Revelações e visões no lugar de &#8220;assim diz o Senhor&#8221;</td>
</tr>
<tr>
<td width="299" valign="top">Experiências psicológicas e místicas genuínas</td>
<td width="299" valign="top">Revelações e visões como simples recurso literário</td>
</tr>
<tr>
<td width="299" valign="top">Originalmente oral</td>
<td width="299" valign="top">Originalmente escrita</td>
</tr>
<tr>
<td width="299" valign="top">Fala-se em nome do Senhor diretamente ao povo</td>
<td width="299" valign="top">Usa-se pseudônimos, atribuindo a obra a santos do passado</td>
</tr>
<tr>
<td width="299" valign="top">Uso de símbolos como um dos recursos para a pregação</td>
<td width="299" valign="top">Simbolismo como recurso principal</td>
</tr>
<tr>
<td width="299" valign="top">O nome dos impérios e governantes é explicitamente mencionado</td>
<td width="299" valign="top">Delineia-se a história sem mencionar nomes históricos, através de símbolos</td>
</tr>
<tr>
<td width="299" valign="top">Ênfase no presente, com profecias para o futuro</td>
<td width="299" valign="top">Ênfase no futuro, que se faz artificialmente presente</td>
</tr>
<tr>
<td width="299" valign="top">Futuro como conseqüência do presente</td>
<td width="299" valign="top">Futuro independente do presente ou da conduta do povo</td>
</tr>
<tr>
<td width="299" valign="top">Conceito básico do mundo e da redenção</td>
<td width="299" valign="top">Desenvolvimento deste conceito básico na concepção de duas &#8220;eras&#8221; separadas pela intervenção divina</td>
</tr>
<tr>
<td width="299" valign="top">Otimismo quanto à era presente</td>
<td width="299" valign="top">Fatalismo, pessimismo quanto à era presente</td>
</tr>
<tr>
<td width="299" valign="top">Exortação moral e religiosa</td>
<td width="299" valign="top">Consolação sem correção</td>
</tr>
<tr>
<td width="299" valign="top">Mensagem clara, compreensível para todos</td>
<td width="299" valign="top">Escrita tanto para esconder quanto para revelar</td>
</tr>
<tr>
<td width="299" valign="top">Visões simples, tiradas da realidade cotidiana</td>
<td width="299" valign="top">Visões fantásticas, espetaculares</td>
</tr>
<tr>
<td width="299" valign="top">Os impérios são instrumentos na mão de Deus</td>
<td width="299" valign="top">Os impérios são adversários de Deus</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>             Daniel e Apocalipse têm características que os diferem de todos os outros apocalípticos. Foram incluídos no cânon. Não apelam a nenhum santo do passado para ter autoridade. Falam do presente, mas reconhecem que nem tudo se cumprirá nos seus dias. Representam uma inovação, enquanto que os outros são uma simples imitação de fórmulas. O Apocalipse de João é otimista e possui urgência moral e profética: consolação, exortação e evangelismo.</p>
<p>             Livros apocalípticos aC: Daniel, Livro dos Jubileus, 1 Enoque, Os Testamentos dos Doze Patriarcas, Oráculos Sibilinos, Os Salmos de Salomão, A Obra Zadoquita.</p>
<p>             Livros apocalípticos dC: Assunção de Moisés, 2 Enoque, A Vida de Adão e Eva, 2 (4) Esdras, Apocalipse de Baruque, Ascensão de Isaías, Apocalipse de Abraão, Testamento de Abraão, Apocalipse.</p>
<p>             Simbolismo dos números: 1 = unidade, único. 2 = fortaleza, testemunho. 3 = Deus, Trindade. 4 = a terra, o mundo. 5, 10 = perfeição e força humanas. 6 = o mal. 7 = o número sagrado. 3 e meio = tribulação intensa mas passageira.</p>
<p>             O melhor meio de interpretar os símbolos é descobrir a verdade central que está sendo apresentada e não dar muita importância a detalhes.</p>
<p>             Métodos de interpretação de Apocalipse e de Daniel:</p>
<ul>
<li>1) <strong>Futurista:</strong> O livro todo trata de eventos do fim do mundo.</li>
<li>2) <strong>Histórico</strong>: O livro prevê a história da apostasia da igreja católica.</li>
<li>3)<strong> Idealista</strong>: O livro é uma explicação das forças que conduzem a história.</li>
<li>4) <strong>Preterista:</strong> O livro todo se cumpriu nos dias do autor.</li>
<li>5) <strong>Formação histórica</strong>: O livro se cumpriu em maior parte nos dias do autor, mas algumas profecias ainda vão se realizar.</li>
</ul>
<p> Posições quando à doutrina do milênio:<br />
1) <span style="color: #800000;"><strong>Pré-milenismo</strong></span>: Jesus volta, há um período de paz, ocorre a rebelião final, vem o juízo final. Pré-milenismo dispensacionalista: a igreja é arrebatada, Israel é salvo sob uma dispensação diferente. Pré-milenismo não-dispensacionalista: é a igreja que se destaca após a volta de Cristo. Existem ainda o pré-milenismo tribulacionanista e o não-tribulacionista, sendo que o tribulacionista se divide em pré-tribulacionista, mid-tribulacionista e pós-tribulacionista. Os pré-milenistas são futuristas. Scofield, Win Malgo, &#8220;Deixados Para Trás&#8221;.</p>
<p>2)<span style="color: #800000;"><strong> Pós-milenismo</strong></span>: O milênio chega construído pelos cristãos, a igreja se destaca, Jesus volta, vem o juízo final. Muitos americanos. Popular no Séc. XIX.</p>
<p>3) <strong><span style="color: #800000;">Amilenismo</span></strong>: Não há &#8220;milênio&#8221;; ele é apenas uma referência da vitória de Cristo sobre Satanás. Não há dispensação especial para os judeus. Jesus volta, vem o juízo final. Muitos eruditos.</p>
<p>Há duas posições antagônicas com respeito à literatura apocalíptica:<br />
1) os livros não são lidos por serem confusos e não apresentarem mensagem prática relevante;<br />
2) os livros recebem o mais alto lugar na Bíblia, pois esclarecem segredos do tempo do fim.</p>
<p>As duas posições são erradas, porque consideram o Apocalipse espiritualmente (devocionalmente) sem valor. &#8220;A recusa em estudá-los jamais poderá descobrir os profundos princípios espirituais em que estão baseados; por outro lado, a obsessão de querer relacioná-los com os eventos atuais converte os livros em intrincado enigma para ingênuos, em lugar de apresentar a mensagem espiritual que contém para almas necessitadas&#8221; (Rowley).</p>
<p>            Na literatura apocalíptica encontramos princípios espirituais dignos e verdadeiros para todas as gerações. Ela nos mostra que Deus está dirigindo a história, mas que isso não elimina a liberdade humana. O fim do mundo será precedido por um tempo inédito de sofrimento e maldade. O espírito do Anticristo sempre está presente. A fé nasce da experiência com Deus. O Reino de Deus é uma realidade, e sua consumação, uma promessa. Deus pode redimir o mundo e o homem. Deus não abandona o homem em tempos de sofrimento. O julgamento final é uma realidade. Em toda a literatura apocalíptica, há um sentido de urgência, de estar alerta.</p>
<p>FONTES:       ROWLEY, H. H. A importância da literatura apocalíptica. Paulinas.<br />
                         SUMMERS, Ray. Digno é o Cordeiro. JUERP.<br />
                         LADD, G. Eldon. Apocalipse: introdução e comentário. V. Nova.<br />
                         ELWELL, W. Enciclopédia hist. teol. da igreja cristã. V. Nova.</p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="color: #3366ff;"><em><span style="color: #333333;">(*)</span> Pr Marcelo Rodrigues de Aguiar é pastor títular da Igreja Batista em Mata da Praia, professor do SETEBES &#8211; Seminário Teológico Batista do Estados do Espírito Santo, bacharel em Teologia e Psicologia, Psicólogo clínico e escritor.</em></span></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>PRÁTICAS DEVOCIONAIS</title>
		<link>http://www.ibmatadapraia.org.br/index.php/2009/05/praticas-devocionais/</link>
		<comments>http://www.ibmatadapraia.org.br/index.php/2009/05/praticas-devocionais/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 May 2009 13:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ismael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Pr. Marcelo Rodrigues de Aguiar (*)
INTRODUÇÃO
As práticas devocionais são o exercício da alma. Algo conhecido antigamente (Mt 6.5,16). Hoje, esquecido.   
 Conseqüência: superficialidade.
 Inimigos: racionalidade, misticismo, ativismo.
 Buscamos a santificação. Mas não podemos alcançá-la por nossos esforços (Cl 2.16-23). Se as disciplinas espirituais buscarem isso, fracassarão. A santidade, como a salvação, é um dom de Deus.
 Dois abismos: legalismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><span id="more-975"></span>Autor: Pr. Marcelo Rodrigues de Aguiar (*)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">INTRODUÇÃO</span></strong></p>
<p>As práticas devocionais são o exercício da alma. Algo conhecido antigamente (Mt 6.5,16). Hoje, esquecido.   </p>
<p> <strong><em>Conseqüência:</em></strong> superficialidade.<br />
<strong><em> Inimigos:</em></strong> racionalidade, misticismo, ativismo.</p>
<p> Buscamos a santificação. Mas não podemos alcançá-la por nossos esforços (Cl 2.16-23). Se as disciplinas espirituais buscarem isso, fracassarão. A santidade, como a salvação, é um <span style="color: #003366;">dom de Deus</span>.</p>
<p> Dois abismos: <span style="text-decoration: underline;"><strong>legalismo </strong></span>e <strong><span style="text-decoration: underline;">mundanismo</span></strong>. No meio, o “caminho da graça disciplinada”. Esse caminho não produz a mudança; ele apenas nos coloca no lugar onde a mudança pode acontecer.</p>
<p> O erro dos fariseus: transformar as práticas devocionais em leis (Mt 5.20; Lc 18.9-14). Elas são o meio, não o fim. Simples, não complicadas. Para o cristão normal.</p>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;"><strong> MEDITAÇÃO</strong></span></li>
</ul>
<p> Uma das práticas devocionais mais negligenciadas pelos cristãos modernos é a meditação. Entretanto, ela era comum nos tempos bíblicos (Gn 24.63; Sl 1.2; 19.14; 63.6; 104.34; 119.15; 119.148; 143.5; 1Tm 4.15).<br />
 A meditação oriental é uma tentativa de esvaziar a mente. A meditação cristã é uma tentativa de prepará-la para ser cheia.<br />
 Meditar é esperar em Deus. Aquietar-se. Refletir. Acalmar-se para escutar sua voz.<br />
1) Reserve um horário (Sl 5.3).<br />
2) Escolha um lugar (Hb 2.1).<br />
3) Acalme o espírito (Sl 46.10).<br />
4) Use a Bíblia (Sl 119.97).<br />
5) Use a natureza (Sl 8.3-5).<br />
6) Use os acontecimentos (Lc 2.19).<br />
Através da meditação podemos conhecer Deus melhor e aprofundar nossa fé.</p>
<ul>
<li><strong><span style="color: #ff0000;">ORAÇÃO</span></strong></li>
</ul>
<p>Orar é a atividade mais nobre à qual um ser humano pode se entregar. Deus, na sua soberania, decidiu trabalhar em parceria conosco (1Co 3.9).<br />
Raramente Jesus e os apóstolos pediam que se fizesse a vontade de Deus, porque já a conheciam (comunhão). Importância da meditação (1Jo 5.14).<br />
Um dos principais ensinos bíblicos é que a oração está associada à fé (Tg 1.6,7). Grande ou pequena, Deus pode usá-la.<br />
Uma das razões pelas quais acreditamos que nossas orações serão respondidas é porque elas são feitas em nome de Jesus (Jo 16.23,24).<br />
Assim como a meditação, a oração pode ter um local e um horário específicos (Mc 1.35). Mas qualquer hora e lugar são propícios à oração (1Ts 5.17).<br />
Uma vida de oração poderá livrar-nos do mundanismo e da ansiedade (Fp 4.6,7). Como as outras disciplinas espirituais, ela não nos transforma, mas coloca-nos em contato com Aquele que pode transformar-nos.</p>
<ul>
<li><strong><span style="color: #ff0000;">JEJUM</span></strong></li>
</ul>
<p>O jejum era uma prática comum nos tempos bíblicos. Moisés, Davi, Elias, Ester, Daniel, Jesus, Paulo e muitos outros jejuavam. Prática de várias religiões.<br />
Definição: “O jejum bíblico é a abstenção de alimentos para finalidades espirituais” (Foster). Pode ser total (Lc 4.2), parcial (Dn 10.3) ou absoluto (At 9.9). Pode ainda ser individual (Mt 6.17,18) ou comunitário (2Cr 20.3).<br />
Alguns jejuam para obter poder ou sensibilizar a Deus (At 23.12; 2Sm 12.15-23). Razões erradas.<br />
O primeiro objetivo do jejum deve ser a glória de Deus (Zc 7.5). Ele também revela as coisas que nos controlam, ajuda-nos a manter nosso equilíbrio, mantêm-nos concentrados naquilo pelo que estamos orando; foca nossa atenção em Deus e prepara-nos para os embates espirituais.<br />
Como acontece em todas as disciplinas, devemos observar, no jejum, certa progressão.</p>
<ul>
<li><strong><span style="color: #ff0000;">ESTUDO BÍBLICO</span></strong></li>
</ul>
<p>O estudo das Escrituras é fundamental para o crescimento cristão (Sl 119.11; Jo 5.39). Bons sentimentos ou experiências não libertam: só a verdade o faz (Jo 8.32). Sem conhecimento bíblico a vida religiosa se torna um perigo (Mt 22.29; Rm 10.2).<br />
Embora a meditação e o estudo se sobreponham, eles não são iguais. A meditação na Bíblia inspira; o estudo da Bíblia instrui (2Tm 3.16,17).<br />
A disciplina do estudo envolve quatro passos: repetição, concentração, compreensão e reflexão.<br />
“Quando vamos à Escritura, vamos para ser transformados, não para obter informações” (Foster).<br />
“Este livro me fará evitar o pecado, ou o pecado me fará evitar este livro” (Moody).<br />
Estudar envolve dedicação e esforço. Além da Bíblia, estudar outros livros inspirativos. Sempre pedindo a direção do Espírito Santo.<br />
Há pontos difíceis (2Pe 3.15,16). Comece pelos fáceis. Use versões diferentes. Consulte bons comentários. E pratique!</p>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;"><strong>ADORAÇÃO</strong></span></li>
</ul>
<p>Cultuar a Deus é um veículo indispensável de crescimento. Adora é a forma correta de cultuar. A adoração inclui o louvor, mas vai além dele. Louvamos a Deus pelo que ele faz, mas adoramos a Deus pelo que ele é.<br />
Deus procura adoradores (Jo 4.23). Só ele deve ser adorado (Mt 4.10).<br />
Podemos adorar a Deus individualmente, mas há um lugar todo especial para a adoração em grupo (Sl 133.1,3). Culto em casa (Dt 6.4-9) e na igreja (Hb 10.25).<br />
“Em casa, na minha própria casa, não há calor ou vigor em mim; mas na igreja, quando a multidão se congrega, em meu coração se acende um fogo que se espalha” (Lutero).<br />
A música é parte importante da adoração. Desde o Velho Testamento havia uma hierarquia (1Cr 25.6).<br />
A pregação da Palavra também é parte importante da adoração. Edificação e transformação (At 20.7).</p>
<ul>
<li><strong><span style="color: #ff0000;">CONTRIBUIÇÃO</span></strong></li>
</ul>
<p>A entrega de bens materiais pode ser um dos meios pelos quais a bênção do Senhor nos amadurece, desde que seja feita de forma consciente. Universal.<br />
A primeira expressão de culto encontrada na Bíblia é a entrega material (Gn 4.3-5). No Velho Testamento, os sacrifícios eram usados na confissão, na gratidão e na adoração. Com a vinda de Jesus os sacrifícios cessaram, mas continuamos podendo adorar o Senhor com nossos bens.<br />
O dízimo é anterior à Lei e posterior a ela (Gn 14.18-20; Mt 23.23). Entregá-lo é ato de culto, e deve ser feito no culto (Ml 3.7-10). Honramos a Deus com os nossos bens (Pv 3.9,10).<br />
Ofertas também eram entregues nos tempos bíblicos. Para construção (Ex 36.4-7), para beneficência (At 11.27-30), etc.<br />
Contribuir é uma prática devocional que, como todas as demais, se aperfeiçoa. Ajuda-nos a estabelecer prioridades corretas, não nos deixando escravizar pelos bens materiais (Mt 6.24). Aprofunda nosso vínculo com a igreja e sua missão (Mt 6.21). Gera saúde espiritual na medida em que não apenas recebemos, mas também damos (Mar Morto X Mar da Galiléia) (At 20.35)..</p>
<ul>
<li><strong><span style="color: #ff0000;">SERVIÇO</span></strong></li>
</ul>
<p>Na noite da ceia, Jesus ensinou uma importante lição sobre o serviço (Jo 13.12-17). Foi, também, uma lição sobre a humildade, porque os discípulos disputavam posições.<br />
Razões erradas para servir: ativismo – compensação – reconhecimento. Isso não nos aproxima de Deus nem dos outros. Razões corretas: gratidão a Deus – amor ao próximo – crescimento pessoal.<br />
O serviço evidencia e desenvolve a humildade (1Sm 25.40,41).<br />
O serviço nos ajuda a colocar as coisas em suas reais perspectivas (Mt 25.41-45).<br />
O serviço nos dá uma visão correta de nós mesmos (Lc 17.10).<br />
O serviço nos acompanhará pela eternidade (Ap 22.3).<br />
“Quem não vive para servir não serve para viver”. Nas grandes e nas pequenas coisas, o cristão deve lembrar que é um servo de Deus e do próximo. Pode não parecer, mas esta é uma das práticas devocionais mais eficientes.</p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="color: #3366ff;"><em><span style="color: #333333;">(*)</span> Pr Marcelo Rodrigues de Aguiar é pastor títular da Igreja Batista em Mata da Praia, professor do SETEBES &#8211; Seminário Teológico Batista do Estados do Espírito Santo, bacharel em Teologia e Psicologia, Psicólogo clínico e escritor.</em></span></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>BÊNÇÃO SEM MALDIÇÃO</title>
		<link>http://www.ibmatadapraia.org.br/index.php/2009/03/bencao-sem-maldicao/</link>
		<comments>http://www.ibmatadapraia.org.br/index.php/2009/03/bencao-sem-maldicao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 14:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ismael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Pr. Marcelo Rodrigues de Aguiar (*)
1) OS PERIGOS DA SUPERSTIÇÃO
A superstição é algo que está presente em toda a terra. Cada povo tem suas crendices, temores e superstições. O povo brasileiro, em particular, é muito supersticioso. Isso tem a ver com a nossa história, com a origem das raças de que fomos formados.
Eis uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: right"><span id="more-714"></span>Autor: Pr. Marcelo Rodrigues de Aguiar (*)</p>
<p><strong>1) OS PERIGOS DA SUPERSTIÇÃO</strong></p>
<p>A superstição é algo que está presente em toda a terra. Cada povo tem suas crendices, temores e superstições. O povo brasileiro, em particular, é muito supersticioso. Isso tem a ver com a nossa história, com a origem das raças de que fomos formados.<br />
Eis uma lista de práticas, objetos e credos que fazem parte da superstição brasileira:<br />
- Mau-olhado &#8211; Astrologia &#8211; Simpatia<br />
- Crucifixo &#8211; Horóscopo &#8211; Amuleto<br />
- Gato preto &#8211; Figa &#8211; Ramo de arruda<br />
- Benzimento &#8211; Sal grosso &#8211; Encosto<br />
- Patuá &#8211; Adivinhação &#8211; Numerologia<br />
- Acendimento de velas &#8211; Consulta aos mortos &#8211; Talismã<br />
Com certeza você já ouviu falar de tudo isso. Vamos ver, agora, o que a Bíblia diz.<br />
A Bíblia afirma que superstição não é coisa de Deus.<br />
Deus condena a superstição repetidas vezes em sua Palavra. Algumas das práticas citadas acima já eram praticadas pelos povos antigos, e Deus condena-as na Bíblia.<br />
- Amuleto (objeto usado para dar sorte ou espantar maus espíritos) (Ez 13.18,20; Is 3.20).<br />
- Astrologia (consulta aos astros para prever o futuro) (Is 47.12-14).<br />
- Feitiçaria (Êx 22.18; Is 19.3; Ap 21.8).<br />
- Adivinhação (tentativa de prever o futuro) (Mq 5.12; Ez 13.23).<br />
- Consulta aos mortos (Is 8.19-22).<br />
Deus não tolera qualquer tipo de superstição. Isso acontece porque: 1) Toda superstição é mentira, e o pai da mentira é o diabo; 2) Através da superstição o diabo leva o homem a colocar a sua confiança em algo que não seja Deus; 3) O sentimento predominante na superstição é o medo, gerado pelo diabo, enquanto que o sentimento predominante nas coisas de Deus é o amor.<br />
Responda: que bem a superstição tem feito pelo nosso país? Não só os pobres, mas até os governantes brasileiros são supersticiosos, atraindo sobre si condenação.<br />
Por isso, não ceda às tentações da superstição. Não atraia sobre você o castigo do Senhor! Por outro lado, não tema as forças do mal, os “despachos” e “mandingas”. Se você é um servo de Deus, está totalmente protegido (Sl 91.5-7; 34.7; Nm 23.23; Jr 10.5,15).<br />
No entanto, um grande perigo que corremos como servos de Deus é o das “superstições evangélicas”. Sendo o nosso povo dado a crendices, muitas pessoas, depois de se converterem, mantêm um modo supersticioso de pensar. Ao mesmo tempo, certos pastores e igrejas criam superstições para atrair novos seguidores ou conservar aqueles que já têm. Como em toda superstição, a mentira, a falta de fé e o medo estão presentes.<br />
Eis algumas das “superstições evangélicas”:<br />
- Maldição hereditária &#8211; Oração do copo d’água &#8211; Óleo ungido<br />
- Bíblia aberta no Salmo 91 &#8211; Adesivo “Tá Amarrado” &#8211; Amarrar Satanás<br />
- Medo de datas e costumes &#8211; Quebra de maldições &#8211; Amuletos consagrados<br />
- Palavras de maldição &#8211; Oração no monte &#8211; Dente de ouro<br />
- Queda no espírito &#8211; Medo de nomes &#8211; Possessão de crentes A lista, na verdade, é bem maior e não pára de crescer. Superstição, no entanto, não é coisa de Deus. Aprendamos a viver na verdade, na confiança e na paz que Cristo conquistou para nós (Is 32.18).</p>
<p><strong>2) A BÊNÇÃO E A MALDIÇÃO NO PAGANISMO E NA BÍBLIA</strong></p>
<p>As palavras de Paulo aos crentes de Roma exorta-os a uma vida exemplar (Rm 12.9-21). Trata-se de um texto belíssimo, que fala da bênção e do poder de vencer o mal com o bem. Infelizmente, passagens como essa não despertam o interesse de muitos cristãos. Eles preferem acreditar que o mal deve ser vencido por meios espetaculares, que maldições que foram lançadas precisam ser quebradas para que se tenha saúde, prosperidade e paz.<br />
As palavras “bênção” e “maldição” podem ser encontradas na Bíblia. Podem também ser encontradas fora dela: nas outras religiões, no paganismo, na superstição popular. É essencial, portanto, sabermos que existe uma diferença entre o conceito bíblico de bênção e maldição e a idéia pagã, que tem mais a ver com superstição ou feitiçaria.<br />
Em alguns círculos evangélicos tem se falado muito de maldição. Mas será que estão abordando o assunto no sentido bíblico ou pagão?<br />
O sentido pagão – o sentido que o mundo dá ao assunto – é de que a maldição é uma força em si. Os antigos jogavam pragas sobre as pessoas, acreditando que suas palavras teriam o poder de trazer forças sobrenaturais contra seus desafetos. Ao mesmo tempo, usavam contra-palavras ou amuletos para defender-se das maldições alheias (Nm 22.5,6; 1Sm 17.42,43).<br />
O sentido cristão – o sentido que a Bíblia dá ao assunto – é de que a maldição é o resultado do afastamento de Deus. Sendo Deus a fonte de todo o bem, aproximar-se dele implica em bênção; distanciar-se, em maldição (Dt 11.26-28; Sl 109.17).<br />
Assim sendo, na Bíblia Sagrada, bênção e maldição são o fruto de nossas escolhas, resultado de nosso estilo de vida, consequência de nossa obediência ou desobediência a Deus (Ml 3.8-10). Não tem nada a ver com o pecado dos antepassados, nem com palavras e objetos, nem com despachos e encostos. Nenhuma palavra proferida por ninguém tem poder de amaldiçoar (Pv 26.2). Só nós mesmos temos poder de atrair maldição, afastando-nos de Deus (1Pe 3.8-13). Quando Paulo desejou que os romanos levassem uma vida abençoada, ensinou-os a viver perto de Deus, não a quebrar maldições.<br />
Portanto, a prática de “quebra de maldição”, que vemos espalhar-se hoje pelas igrejas, é pagã, e não bíblica. Ela se baseia na superstição e nas crendices populares.<br />
Por que muitas pessoas se deixam atrair pela “quebra de maldição”? Primeiro, por superstição e ignorância. Segundo, porque é mais fácil atribuir meus sofrimentos a terceiros do que atribuí-los a mim mesmo, assim como é mais fácil fazer uma sessão de “quebra de maldição” do que levar uma vida santa.<br />
Ninguém tem poder para amaldiçoar ninguém. Não precisamos ter medo de objetos enfeitiçados, nem de maldições hereditárias, nem de despachos ou mau-olhados. O servo do Senhor está seguro, guardado sob as asas de Deus (Sl 91.1-4). Ele pode descansar nas promessas do Pai (Is 32.18).</p>
<p><strong>3) A BÊNÇÃO PROFÉTICA</strong></p>
<p>Algumas pessoas incorrem em erro ao falar sobre bênção e maldição por confundir os diferentes aspectos da bênção. Precisamos saber que existem 4 aspectos da bênção: o profético, o espiritual, o teológico e o emocional. Vejamos primeiro a bênção profética.<br />
O Senhor concedeu a alguns o privilégio de serem seus porta-vozes, prevendo desdobramentos futuros na vida de homens e nações. Nas Escrituras, essas pessoas são chamadas de profetas. Suas bênçãos (e até suas maldições) eram comunicações das bênçãos e maldições determinadas por Deus.<br />
Ao abençoar Jacó e Esaú, Isaque foi usado por Deus para descrever com exatidão o que aconteceria a eles e seus descendentes (Gn 27.27-29, 38-40, 25.21-23).<br />
Ao abençoar seus filhos e netos, Jacó profetizou sobre o futuro de cada uma das tribos de Israel (Gn 48.15-20; 49.1-28).<br />
Josué lançou uma maldição sobre aquele que reconstruísse a cidade de Jericó, e ela se cumpriu vários séculos mais tarde (Js 6.26; 1Re 16.34). Observe que a maldição foi pronunciada por Josué, mas procedeu do Senhor.<br />
O profeta Eliseu amaldiçoou alguns jovens que zombavam dele, e foram mortos por duas ursas (2Re 2.23,24).<br />
Jesus amaldiçoou uma figueira, e ela secou-se (Mc 11.11-14, 20, 21).<br />
O sumo-sacerdote Caifás, mesmo sem saber, foi usado por Deus para profetizar que Jesus morreria em lugar dos salvos (Jo 11.49-52).<br />
O que é impressionante na bênção profética é o fato de ela se cumprir fielmente. No entanto, precisamos saber que aquilo que se cumpre não acontece simplesmente porque as pessoas falaram, mas porque Deus falou através delas. O poder não está na palavra do homem, mas na palavra de Deus. A bênção e a maldição são determinadas por Deus, como resultado do comportamento do homem.<br />
Sendo assim, se uma pessoa amaldiçoa sem que isso tenha sido ordenado por Deus, tal maldição não se cumpre (2Sm 16.5-13; 19.15-23). Da mesma forma, não existe bênção profética se a iniciativa não tiver partido do próprio Deus (1Re 22.6,11,12,34-37).<br />
A palavra humana não tem poder para criar nada! Só Deus tem poder para criar através da palavra. Na bênção profética a iniciativa é de Deus e não do homem. Não podemos criar nada através de palavras, nem forçar Deus a fazer nada através de palavras. O que conta é a bênção de Deus (Sl 109.28).<br />
Nos nossos dias existem indivíduos que vivem com medo de ser amaldiçoados por palavras e ações alheias. Na verdade, há igrejas que ensinam isso. Elas conduzem seus seguidores a um estado de paranóia religiosa, insegurança e fanatismo. Mas os exemplos acima mostram como esse temor é infundado. Não é da vontade de Deus que os seus servos respirem uma atmosfera de medo e preocupação (Is 32.18).</p>
<p><strong>4) A BÊNÇÃO ESPIRITUAL</strong></p>
<p>O aspecto espiritual da bênção talvez seja aquele ao qual estejamos mais acostumados. Toda bênção pronunciada é, de certa forma, uma oração. É uma súplica a Deus, porque Ele é a fonte de todas as bênçãos (Tg 1.17). Quando abençoamos alguém, estamos dirigindo a nossa fé ao Senhor, e rogando-lhe que seja favorável a essa pessoa. É também importante que aquele que abençoa seja alguém temente a Deus (Jo 9.31).<br />
Abraão pediu que Deus abençoasse seu filho Ismael, e foi atendido, ainda que a concepção daquele menino tivesse sido contrária à orientação divina (Gn 17.18-20). Jabez fez uma oração pedindo a Deus que o abençoasse, e também foi atendido (1Cr 4.9,10). Davi intercedeu por seu filho Salomão e Deus abençoou-o, poupando-o mesmo quando ele incorreu numa série de pecados (1Re 11.11-13). Timóteo, companheiro de Paulo nas viagens missionárias, foi abençoado pelas preces de sua mãe e sua avó (2Tm 1.5).<br />
Nenhum pai deveria negligenciar a tarefa de abençoar seus filhos, seja dizendo isso em voz alta, seja orando por eles a Deus. De certa forma, pai e mãe são os sacerdotes do lar. Podemos também abençoar nossos pais, irmãos, amigos, a nação e o governo intercedendo em seu favor. O Senhor nos deu o privilégio de abençoar. Seus ouvidos estão continuamente abertos às nossas preces.<br />
Ao retornar vitorioso da batalha, Abraão foi abençoado por Melquisedeque (Gn 14.18-20). Ao chegar no Egito, Jacó abençoou Faraó (Gn 47.7). No deserto, o sumo-sacerdote Arão abençoou o povo escolhido (Nm 6.22-27). Em Canaã, Josué abençoou as tribos de Israel (Js 22.6). Mais tarde, Davi abençoou seus súditos e sua casa em nome do Senhor (2Sm 6.18,20). Quando o templo de Jerusalém foi inaugurado, Salomão abençoou o povo (1Re 8.54,55). Chegando ao Novo Testamento, encontramos Jesus abençoando o pão antes de multiplicá-lo (Mt 14.19) e de instituir a Ceia (Mt 26.26). Ele também abençoou as crianças (Mc 10.16) e os discípulos (Lc 24.50). O apóstolo Paulo tinha o costume de iniciar e terminar suas cartas pronunciando bênçãos sobre os leitores (2Co 13.13).<br />
A bênção espiritual é, portanto, uma oração pedindo coisas boas para alguém. Ao contrário da bênção profética, a iniciativa aqui não é de Deus, mas do homem.<br />
E a maldição espiritual? Seria também uma oração, só que pedindo coisas ruins. No entanto, a Bíblia nos exorta a que jamais façamos esse tipo de oração (Rm 12.14; Jd 9). O crente deve ser apenas instrumento de bênção, jamais de maldição.</p>
<p><strong>5) A BÊNÇÃO TEOLÓGICA</strong></p>
<p>Este terceiro aspecto da bênção está intimamente ligado com a doutrina da salvação. A Bíblia ensina que o pecado deixou a humanidade à mercê de suas terríveis consequências, trazendo maldição sobre a terra (Gn 3.17). O salário do pecado é a morte, e enquanto não estamos livres do seu poder estamos mortos espiritualmente (Rm 6.23). Para resgatar-nos dessa situação, o Filho de Deus veio ao mundo e morreu em nosso lugar. Ele nos livrou da maldição, tornando-se maldito por amor a nós (Gl 3.13,14).<br />
O aspecto teológico da bênção assegura ao cristão que ele foi promovido a uma nova categoria. Foi resgatado do estado de maldição para o estado de bênção (1Pe 2.9,10). Agora somos benditos do Senhor!<br />
O crente não precisa preocupar-se com qualquer tipo de maldição, pois está sob a bênção divina. Aqueles que apregoam a existência de maldições hereditárias na vida dos cristãos – de perseguições demoníacas que ainda precisam ser quebradas após a conversão – ignoram esse fato e desmerecem a cruz de Cristo.<br />
As maldições que resultavam da rebeldia contra Deus (Êx 20.5) cessam no ato da conversão (Rm 5.1).<br />
Qualquer reivindicação que Satanás tivesse devido a pecados nossos ou de nossos pais cessa no ato da conversão (Col 2.14,15).<br />
Todas as maldições foram canceladas na cruz e a partir daí somos novas criaturas. Quando alguém diz que maldições continuam a nos perseguir depois da conversão, e que precisam ser levadas à cruz para serem quebradas, está na verdade desmerecendo a cruz. Está dizendo que a obra de Jesus foi incompleta. Certamente tal doutrina não é bíblica e não agrada a Deus.<br />
A afirmação de que existem benditos do Senhor vivendo debaixo de maldição é uma contradição tão óbvia que nem deveria ser levada em conta. Nenhum filho de Deus encontrará a solução para os seus dilemas submetendo-se a sessões de quebra de maldição.<br />
Não existe “quebra de maldição”. Se uma pessoa ainda não é crente, está debaixo da maldição do pecado, e isso só será mudado através da conversão. Por outro lado, se uma pessoa é crente está debaixo da bênção da salvação, e maldição alguma poderá tocá-la.</p>
<p><strong>6) A BÊNÇÃO EMOCIONAL</strong></p>
<p>A palavra humana não tem poder para criar realidades. Ela, no entanto, gera situações. Tais situações podem influenciar as pessoas para uma ou outra direção. Este é o aspecto emocional da bênção.<br />
Quando damos a uma pessoa amor e valorização incondicionais, pronunciando palavras que ajudem a visualizar um futuro de esperança e a entrar em contato com o seu potencial, estamos gerando uma situação propícia para que boas coisas aconteçam em sua vida. Se, pelo contrário, a rejeitamos, ou de alguma forma damos a entender que o nosso amor está condicionado ao cumprimento de exigências, ou dizemos palavras que a marquem negativamente, ela passa a viver debaixo de uma “maldição” psicológica.<br />
As crianças, por exemplo, levam muito a sério tudo o que os pais falam. Estão convencidas de que tudo o que seus pais dizem é verdade, e de que todas as suas previsões haverão de cumprir-se em suas vidas. Quando um pai diz algo a respeito de um filho, está lhe dando um script emocional que ele procurará seguir à risca. Se essa palavra, então, for reforçada por um determinado tipo de tratamento, será difícil para o filho deixar de enxergar-se do jeito que o pai o vê.<br />
A bênção emocional, no entanto, não flui apenas dos pais para os filhos. Nossas palavras de valorização e aceitação podem abençoar pais, irmãos, amigos e cônjuges. Abençoar alguém é enxergar nele a dignidade e a beleza criados por Deus. “Bênção”, em grego, é “eulogio”. Conseguimos mais com elogios do que com críticas. Abençoar é falar bem de alguém, enxergar o seu valor e comunicar isso a ele.<br />
Aquilo que dizemos possui um grande poder (Pv 18.21). Crítica e rejeição podem prejudicar grandemente a vida dos que nos cercam. Por isso devemos prestar atenção ao que falamos (Tg 3.8-10).<br />
Se de alguma forma sinto que as palavras ou atitudes de alguém marcaram-me negativamente, não preciso conformar-se com isso. Posso acreditar nas verdades divinas de que sou amado e importante (Jr 31.3). Posso abrir-me a relacionamentos saudáveis através dos quais serei abençoado. Posso agir com os outros de um modo diferente daquele com o qual me trataram, fazendo com que a desvalorização dê lugar à aceitação e alegria. Isso, sim, será uma verdadeira “quebra de maldição”!</p>
<p><span style="COLOR: #333333"><span style="COLOR: #3366ff"><em><span style="COLOR: #333333">(*)</span> Pr Marcelo Rodrigues de Aguiar é pastor da Igreja Batista em Mata da Praia, professor do SETEBES &#8211; Seminário Teológico Batista do Estados do Espírito Santo, bacharel em Teologia e Psicologia, Psicólogo clínico e escritor. </em></span></span></p>
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		<item>
		<title>OS NOMES DE DEUS</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 20:09:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ismael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Pr. Marcelo Rodrigues de Aguiar (*)
Deus tem um nome? Qual é o nome de Deus?
Para responder a esta pergunta, precisamos primeiro fazer outra: o que é um nome? Para que ele serve? Os nomes servem para distinguir duas ou mais coisas que pertençam ao mesmo gênero (por exemplo: nós, seres humanos, precisamos de nomes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><a title="imagem1.png" href="http://www.ibmatadapraia.org.br/wp-content/uploads/2008/05/imagem1.png"></a><span id="more-462"></span>Autor: Pr. Marcelo Rodrigues de Aguiar (*)</p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="color: #3366ff;"><span style="color: #333333;"><em></em></span></span></span><span style="color: #333333;"><span style="color: #3366ff;"><span style="color: #333333;">Deus tem um<a title="imagem1.jpg" href="http://www.ibmatadapraia.org.br/wp-content/uploads/2008/03/imagem1.jpg"><img src="http://www.ibmatadapraia.org.br/wp-content/uploads/2008/03/imagem1.thumbnail.jpg" alt="imagem1.jpg" align="left" /></a> nome? Qual é o nome de Deus?<br />
Para responder a esta pergunta, precisamos primeiro fazer outra: o que é um nome? Para que ele serve? Os nomes servem para distinguir duas ou mais coisas que pertençam ao mesmo gênero (por exemplo: nós, seres humanos, precisamos de nomes porque somos bilhões sobre a terra). Neste sentido Deus não precisa de nome, porque é único, e deve ser chamado simplesmente de Deus. “Assim diz o Senhor, Rei de Israel, seu Redentor, o Senhor dos Exércitos: Eu sou o primeiro, e eu sou o último, e fora de mim não há Deus (Is. 44.6). Os que dizem que Deus tem um nome e que devemos chamá-lo de Jeová estão, assim, totalmente errados.<br />
No entanto, os nomes também podem ter outro propósito: destacar as qualidades de uma coisa ou pessoa. Neste último sentido Deus tem muitos nomes, porque possui inúmeras qualidades. Encontramos na Bíblia nomes que Deus atribuiu a si próprio, e outros que pessoas inspiradas atribuíram a Ele em momentos especiais. Como cada nome põe em relevo um atributo ou qualidade de Deus, conhecer os nomes divinos pode ser algo muito proveitoso, na medida em que permite-nos conhecer melhor o nosso Criador.</span></span></span></p>
<p><em><strong><span style="color: #ff0000;">1) El – Deus ou deus</span></strong></em></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="color: #3366ff;"><em><span style="color: #333333;">Significa “Deus” no sentido mais abrangente do termo. Pode ser aplicado ao Deus verdadeiro (Sl 77.14) ou a um deus falso (Is 44.17). Na maior parte das vezes que aparece na Bíblia refere-se ao Deus verdadeiro. Por ter um significado muito amplo raramente aparece só; vem acompanhado de adjetivos e títulos, e forma nomes compostos. Nas línguas semitas, também é o termo empregado para Deus. Na religião cananéia, era identificado como o maioral dos deuses e pai de Baal (um nome próprio, portanto). O livro da Bíblia que mais utiliza a palavra El é Jó. Este nome de Deus aparece na formação de muitos nomes próprios: Ismael (Deus ouve), Israel (Deus luta), Miguel (quem é como Deus), Daniel (Deus é juiz), Elimeleque (Deus é rei), Elias e Joel (Yahweh é Deus), Ezequiel (Deus fortalece), Emanuel (Deus conosco), etc.. A raiz da palavra El vem do termo hebraico para “forte”; logo, El significa “poderoso” (Is 9.6). </span></em></span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="color: #3366ff;"><span style="color: #333333;"><br />
<strong><span style="color: #ff0000;"><em>2) Eloah – Deus ou deus</em></span></strong><em>Forma antiga e ampliada de El. Esta palavra estava em uso desde tempos mais remotos, e foi gradativamente caindo em desuso. Após o cativeiro o termo voltou a ser usado, de modo limitado, devido a uma preocupação em retornar aos fundamentos antigos. Quase sempre usado para designar o Deus verdadeiro, e ao contrário de El, dispensa adjetivos. Aparece quase exclusivamente no livro de Jó (Jó 11.7). Tanto El quanto Eloah destacam o poder de Deus. São nomes que transmitem conforto e segurança ao povo de Deus (Pv 30.5), mas temor aos seus inimigos (Sl 50.22). Eles nos lembram que Deus merece nossa confiança e nosso respeito.</em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>3) Elohim – Deus ou deuses</em></span></strong></p>
<p><em>Forma plural de El, formada com o acréscimo do sufixo “im”. Pode referir-se ao Deus verdadeiro (Gn 1.1) ou a deuses falsos (Sl 138.1); só o contexto estabelece a diferença. Elohim é muito mais usado do que El ou Eloah (Êx 3.6). No Calvário, Jesus utilizou uma expressão aramaica do termo, citando o Salmo 22.1 ( Mt 27.46). Em várias ocasiões Elohim aparece ligado a Yahweh, outro nome de Deus (Js 22.22). O mais surpreendente a respeito de Elohim é que, ainda que seja uma palavra plural, frequentemente é usada com o verbo no singular. Isso ocorre porque Elohim é o nome que expressa a Trindade divina: um Deus em três pessoas (Gn 1.26). É um nome que nos lembra que o Pai é Deus, o Filho é Deus e o Espírito Santo é Deus. Por isso o termo é importantíssimo para os cristãos em seus debates com espíritas, Testemunhas de Jeová, judeus e muçulmanos. Deus é triúno.</em></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><em>4) El-Shaddai – Deus Todo-Poderoso</em></strong></span></p>
<p><em>Forma composta de El. Mais usada nos primórdios do VT (Gn 17.1; 28.3; 35.11; 48.3) e no livro de Jó (Jó 5.17, etc.). Deus também se apresenta como todo-poderoso no NT (Ap 1.8, etc.). Este nome põe em destaque a força de Deus, intensificando o significado de El e indo além dele: Deus não é apenas poderoso, é todo-poderoso. Se Elohim é o nome da Trindade, El-Shaddai é o nome da Onipotência. A Bíblia não admite concorrentes: não há um deus do bem e um deus do mal. Para El-Shaddai nada é impossível. Por isso devemos ter fé (Mc 9.23). Por isso devemos descansar (Is 32.18).</em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>5) El-Olan – Deus Eterno</em></span></strong></p>
<p><em>Nome com o qual Abraão invocou o Senhor (Gn 21.33). Aparece em outras partes do VT (Is 40.28). A forma original do nome é El-dhu-Olami, que significa “Deus da eternidade”. É o nome que enfatiza a eternidade e imutabilidade de Deus (Sl 90.1,2; Ml 3.6; Tg 1.17). Ele sempre existiu e existirá, e sempre foi do jeito que é. Essa característica de Deus permite-nos confiar nele plenamente.</em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>6) El-Rói – Deus que Vê</em></span></strong></p>
<p><em>Dessa forma chamou Agar ao Senhor, quando lhe apareceu no deserto (Gn 16.13). É o nome da Onisciência divina. Os olhos do Senhor estão por toda parte (2Cr 16.9). Eles atentam especialmente para os seus filhos (Sl 33.18,19). Enxerga o nosso interior (Sl 139.1-24). Jesus deu mostras desse atributo divino (Jo 1.47-49). No Apocalipse, sua Onisciência é simbolizada pelos olhos de fogo (Ap 1.14).</em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>7) El-Elohe-Israel – Deus, o Deus de Israel</em></span></strong></p>
<p><em>Jacó havia acabado de receber de Deus o nome de “Israel” quando edificou um altar e dedicou-o a “Deus, o Deus de Israel” (Gn 33.20). Com isso quis deixar claro que o Senhor era o seu Deus, e não apenas de Abraão e Isaque. Como Jacó, precisamos fazer do Senhor o nosso Deus. Como fazemos parte do Israel de Deus (Gl 6.16), El-Elohe-Israel é o Deus de todo cristão, é o Deus da igreja.</em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><em> <img src='http://www.ibmatadapraia.org.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> El-Betel – Deus da Casa de Deus</em></span></strong></p>
<p><em>Este nome também foi dado por Jacó (Gn 35.7), lembrando-se do sonho que tivera 20 anos antes. Naquela ocasião ele havia chamado o mesmo lugar de Betel, que significa “casa de Deus” (Gn 28.16-19). É um nome que evoca culto, adoração, bênção e reverência. Devemos ter respeito pelo templo, que é a casa de Deus (Hab. 2.20); frequentá-lo sempre (2Cr 7.15,16); lembrar que a igreja é a casa espiritual de Deus (1Tm 3.15). </em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>9) Elyon – O Altíssimo</em></span></strong></p>
<p><em>A Bíblia diz que Melquisedeque era sacerdote de Elyon, o “Deus Altíssimo” (Gn 14.18-20). Ela deixa claro que esse não era um deus diferente, mas o mesmo que Abraão chamava de El-Shaddai e Yahweh (Gn 14.22). Era um nome usado não só pelos israelitas, mas por povos vizinhos (Nm 24.16). Trata-se de um nome que exalta a santidade de Deus, a sua transcendência, a sua pureza (Sl 7.17). Ele nos lembra que Deus é santo e puro, e merece todo o respeito (Ec 5.2). </em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>10) Adonai – Senhor</em></span></strong></p>
<p><em>Esta palavra significa “senhor”, referindo-se a um patrão, proprietário ou o próprio Deus (1Re 2.26). Entra na composição de vários nomes próprios, como Adonias (Deus é senhor). Se nos referimos a Deus como Adonai declaramos que ele é nosso proprietário, aquele a quem servimos. Os judeus, para não pronunciar a palavra Yahweh, substituíam-na na leitura bíblica pela palavra Adonai.</em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>11) Yahweh – Eu Sou</em></span></strong></p>
<p><em>Este é o nome mais usado para Deus em toda a Bíblia (5.321 ocorrências), o que tem despertado mais polêmica (ver as Testemunhas de Jeová), e também o de mais difícil interpretação (quanto à pronúncia e significado corretos). É formado pelo tetragrama YHWH, e normalmente traduzido em nossas Bíblias como Senhor (Gn 2.4), SENHOR (Gn 16.7) ou Jeová (Is 12.2). No período pós-exílico a reverência pelo nome de Deus (Êx 20.7) fez com que deixasse de ser pronunciado, substituído pela palavra Adonai. A partir de 1100 dC as vogais de Adonai foram incorporadas às consoantes YHWH, formando a palavra Jeová. Embora Yahweh já fosse conhecido desde o início de Gênesis (Gn 4.26; 22.14), seu significado só foi revelado à época de Moisés (Êx 6.2,3). Ele significa “eu sou”, ou “eu sou o que sou”, porque só o Senhor é Deus – os outros não são (Êx 3.13,14). Jesus reivindicou esse nome de Deus para si (Jo 8.58,59). Yahweh é um nome que aponta para a exclusividade de Deus. Vários nomes próprios na Bíblia foram formados a partir dele: Elias (Yahweh é Deus), Isaías (Yahweh deu salvação), Jônatas (Yahweh tem dado), Josué e Jesus (Yahweh salva).</em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>12) Yah – Eu Sou (abreviação)</em></span></strong></p>
<p><em>Esta é uma forma contraída de Yahweh. Ocorre 50 vezes no Velho Testamento, sendo traduzida como “Senhor”. É transliterado no Salmo 68.4. Esta forma contraída entra na composição de diversos nomes próprios bíblicos, e na formação da palavra Aleluia, que significa “louvado seja Yah” (Sl 150.1,6).</em></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><em>13) Yahweh-Tsabaoth – O Senhor dos Exércitos</em></strong></span></p>
<p><em>Este nome de Deus não ocorre no Pentateuco. Aparece pela primeira vez em 1 Samuel 1.3. Foi usado por Davi ao enfrentar o gigante filisteu (1Sm 17.45) e repetido nos seus cantos de vitória (Sl 24.10). É comumente encontrado nos livros dos profetas (Is 13.4; Jr 50.34; Ml 3.10). Que exércitos são estes aos quais se refere? Segundo alguns, os soldados israelitas; na opinião de outros, as estrelas e planetas. O mais provável é que se refira às hostes angelicais. É o nome guerreiro de Deus. O Senhor dos Exércitos luta contra os inimigos de seus servos, garantindo-lhes vitória e livramento</em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>14) Yahweh-Shalom – O Senhor é Paz</em></span></strong></p>
<p><em>Este nome foi dado a Deus por Gideão, quando lhe erigiu um altar (Jz 6.22-24). Gideão estava atemorizado porque os midianitas invadiam o território de Israel, e também porque havia visto o Anjo do Senhor, mas Deus lhe disse: Paz seja contigo. Apesar de ser um Deus guerreiro, o Senhor almeja a paz para os seus servos (Sl 29.11). Ele é o Príncipe da Paz (Is 9.6). Ele não é Deus de confusão (1Co 14.33), e sim de paz (Rm 15.33). Logo, espera-se que seus seguidores sejam promotores da paz (Mt 5.9). </em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>15) Yahweh-Rafah – O Senhor que Sara</em></span></strong></p>
<p><em>Chegando a Mara, o povo de Israel encontrou águas amargas. Deus curou-as e disse-lhes que, se andassem nos seus caminhos, não sofreriam as enfermidades enviadas contra os egípcios. E acrescentou: “Eu sou o Senhor que te sara” (Êx 15.26). Este nome chama a atenção para o fato de que Deus é o provedor da saúde, aquele de quem as curas procedem (Tg 1.17). Toda cura é divina (Sl 103.3), ainda que Ele possa usar os médicos (At 28.9) e os remédios (Is 38.21). Uma das tarefas às quais Jesus mais se dedicou foi a cura aos enfermos (Mt 4.23). Ele espera que a igreja também ore pelos doentes (Tg 5.16).</em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>16) Yahweh-Samah – O Senhor Está Ali</em></span></strong></p>
<p><em>Este é o nome que encerra o livro de Ezequiel (Ez 48.35). Fala de uma cidade na qual Deus estaria presente entre o seu povo. Essa cidade é descrita em detalhes em Apocalipse (Ap 21.1-4). Yahweh-Samah é um nome que nos lembra o fato de que Deus está conosco (na pessoa de seu Filho, o Emanuel), e de que nós estaremos com Ele na eternidade celestial.</em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>17) Yahweh-Nissi – O Senhor é Minha Bandeira</em></span></strong></p>
<p><em>Este nome foi dado por Moisés, após a célebre luta em que manteve as mãos erguidas para que Israel fosse vitorioso (Êx 17.15). Yahweh foi a bandeira sob a qual Israel lutava e a garantia de vitória de que dispunha. O nome nos traz a visão do Senhor como o ponto de convergência do seu povo, tal qual as bandeiras e estandartes nas batalhas. Tanto a idéia de vitória quanto a de união estão presentes.</em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>18) Yahweh-Jireh – O Senhor Proverá</em></span></strong></p>
<p><em>Nome dado por Abraão logo após o quase sacrifício de seu filho Isaque (Gn 22.14). Isaque havia perguntado a seu pai sobre o cordeiro para o sacrifício, e ele lhe dissera que o Senhor providenciaria (Gn 22.7,8,13). Séculos mais tarde, João Batista afirmaria que o Cordeiro que Deus providenciou para a nossa salvação é Jesus Cristo (Jo 1.29). O Senhor conhece as nossas necessidades – espirituais, físicas e emocionais – e promete supri-las (Fp 4.19).</em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>19) Yahweh-Tsadiq – O Senhor é Nossa Justiça</em></span></strong></p>
<p><em>Yahweh-Tsadiq (ou Yahweh-Tsidkenu) é um nome que aparece em Jeremias, e que significa “o Senhor é nossa justiça” (Jr 23.6; 33.16). Num mundo de tantas injustiças precisamos conservar a fé de que o Senhor fará com que o justo prevaleça. Devemos também lembrar-nos que a vingança e a retribuição não pertencem a nós, mas a Deus (Rm 12.19).</em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><em>20) Abba – Pai</em></span></strong></p>
<p><em>No Novo Testamento, encontramos Jesus referindo-se ao Pai utilizando uma palavra muito bela – Abba, que pode ser traduzida como “Pai” ou, mais fielmente, “Papai” (Mc 14.36). Numa época em que as pessoas tinham medo até de pronunciar o nome de Deus, Jesus mostrou-nos como ter uma relação de intimidade com Ele (Rm 8.15; Gl 4.6). É maravilhoso sabermos que temos em Deus um Pai perfeito: em amor, bondade, poder, justiça e sabedoria.</em></p>
<p><strong>BIBLIOGRAFIA<br />
</strong>J. D. Douglas. O Novo Dicionário da Bíblia. Vida Nova.<br />
Harris, Archer e Waltke. Dicionário Internacional de Teologia do A. T. Vida Nova.<br />
R. N. Champlin. O A. T. Interpretado Versículo por Versículo. Candeia.<br />
W. Elwell. Enciclopédia Histórico-Teológica da Igreja Cristã. Vida Nova.<br />
J. J. V. Allmen. Vocabulário Bíblico. Aste.</p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="color: #3366ff;"><span style="color: #333333;"><font color="#333333"><font color="#3366ff"><font color="#333333"> </p>
<p></font></font></font></span><font color="#333333"><font color="#3366ff"> </p>
<p></font></font></span><font color="#333333"> </p>
<p></font></span> </p>
<p></span><span style="color: #333333;"><span style="color: #3366ff;"><font color="#333333"><font color="#3366ff"> </p>
<p></font></font></span><font color="#333333"> </p>
<p></font></span> </p>
<p></span><span style="color: #333333;"><font color="#333333"> </p>
<p></font></span> </p>
<p></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="color: #3366ff;"><em><span style="color: #333333;">(*)</span> Pr Marcelo Rodrigues de Aguiar é pastor Interino da Igreja Batista em Mata da Praia, professor do SETEBES &#8211; Seminário Teológico Batista do Estados do Espírito Santo, bacharel em Teologia e Psicologia, Psicólogo clínico e escritor. </em></span></span></p>
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		<title>CONFLITOS CONJUGAIS: APRENDER A LIDAR COM ELES</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 21:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ismael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Pr. Marcelo Rodrigues de Aguiar (*)
Algo inerente a todo e qualquer relacionamento é a existência de conflitos. As pessoas são diferentes, e é natural que tenham suas diferenças. Além disso, quanto mais intenso e íntimo for um relacionamento, maior será a probabilidade de discordâncias.
A Bíblia conta a história de muitos casais que viveram conflitos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><a href="http://www.ibmatadapraia.org.br/wp-content/uploads/2008/05/imagem1.png" title="imagem1.png"><span id="more-368"></span><img align="left" src="http://www.ibmatadapraia.org.br/wp-content/uploads/2008/05/imagem1.thumbnail.png" alt="imagem1.png" /></a>Autor: Pr. Marcelo Rodrigues de Aguiar (*)</p>
<p>Algo inerente a todo e qualquer relacionamento é a existência de conflitos. As pessoas são diferentes, e é natural que tenham suas diferenças. Além disso, quanto mais intenso e íntimo for um relacionamento, maior será a probabilidade de discordâncias.<br />
A Bíblia conta a história de muitos casais que viveram conflitos. Ainda no paraíso, Adão e Eva tiveram seu relacionamento abalado em conseqüência do pecado que cometeram. Lemos também que Abraão e Sara se desentenderam, que Jó e sua mulher trocaram palavras ásperas, e que Maria e José quase se separaram. De fato, mesmo servos fiéis de Deus podem enfrentar dificuldades em seu matrimônio.</p>
<p><strong><font color="#ff0000">POR QUE OCORREM CONFLITOS CONJUGAIS?</font></strong></p>
<p>O psicólogo e conselheiro cristão Gary Collins afirma que as principais causas dos problemas conjugais são: falhas na comunicação, excesso de dependência ou independência, tensão interpessoal (em áreas como sexo, finanças, religião e valores), pressões externas e tédio. Os desdobramentos desses problemas podem ser: confusão, desespero, desânimo, afastamento, abandono, separação e divórcio 1.<br />
Quando um casal percebe que os conflitos estão se multiplicando em seu relacionamento, o que devem fazer? Antes de tudo, é fundamental que preservem a esperança. Invariavelmente o pessimismo leva à amargura, ao distanciamento e a ações precipitadas. Jamais deveríamos duvidar do poder de Deus para reverter situações desfavoráveis. Não há casamento tão ruim que o Senhor não possa melhorar, assim como não há casamento tão bom que ele não precise melhorar.<br />
O passo seguinte será avaliarmos a nossa própria parcela de responsabilidade na geração e manutenção dos conflitos. O mais comum é que enxerguemos as atitudes e características de nosso cônjuge que – segundo pensamos – são as causas de nossos desentendimentos. Todavia, isso não é nada produtivo.<br />
A maioria dos casais está fortemente engajada na tarefa de tentar mudar um ao outro. As pessoas identificam coisas relacionadas ao parceiro que estariam levando à infelicidade conjugal e, daí para frente, passam a lutar para transformá-las. O problema é que, previsivelmente, o cônjuge tem uma opinião diferente&#8230; e assim, as solicitações de mudança acabam levando à resistência e às brigas, e não à harmonia.</p>
<p><strong><font color="#ff0000">COMO OS CONFLITOS CONJUGAIS PODEM SER SUPERADOS?</font></strong></p>
<p> A Oração da Serenidade, com a qual os Alcoólicos Anônimos iniciam todas as suas reuniões, diz: “Senhor, dá-me serenidade para aceitar aquilo que não posso mudar, coragem para mudar aquilo que posso mudar, e sabedoria para saber a diferença”. Também na resolução de conflitos conjugais este é um bom ponto de partida. Isso porque, em todo e qualquer relacionamento, existirão coisas que poderemos e não poderemos mudar.<br />
 Aceitação e mudança são as chaves para aprendermos a lidar com os conflitos conjugais. O fato é que os casais em crise tendem a focalizar quase exclusivamente os aspectos negativos do comportamento um do outro. Para agravar essa situação, a manutenção dos aspectos desagradáveis é interpretada como má-vontade ou falta de amor. Isso leva ao distanciamento físico e emocional.</p>
<p><font color="#ff0000"><strong> ESTRATÉGIAS DE ACEITAÇÃO</strong></font></p>
<p> Como posso aceitar algo de que não gosto em meu cônjuge? Primeiramente, lembrando-me que as diferenças são inevitáveis. Mais do que isso: elas são indispensáveis. São as diferenças de sexo e de personalidade que proporcionam o equilíbrio conjugal. Se esse equilíbrio não existisse, poderiam surgir problemas ainda maiores do que aqueles que o casal está enfrentando. Compreender isso faz-nos enxergar uma aparente desvantagem como uma vantagem. Os opostos se atraem, e, mais do que isso, se complementam.<br />
 Outra maneira de lidar com os aspectos negativos do comportamento de nosso cônjuge é procurar entender a motivação positiva que se esconde por trás deles. Muitas vezes o que mais nos incomoda não é o que o outro faz, mas a intenção com que – pensamos nós – ele o faz. Por exemplo: uma esposa pode ressentir-se do aparente desinteresse de seu marido, quando este não lhe pergunta onde está indo ou com quem está saindo. Mas se ela puder compreender que esta aparente falta de cuidado é, na verdade, a maneira que ele tem de expressar sua confiança e respeito, isso a incomodará em um grau menor. Ela lidará com a situação de um modo mais efetivo do que o faria pensando que ele, simplesmente, a ignorava.</p>
<p><font color="#ff0000"> <strong>ESTRATÉGIAS DE MUDANÇA</strong></font></p>
<p> Além de trabalhar a aceitação, o casal deve, também, considerar possíveis mudanças em sua maneira de tratar um ao outro. Acusações e cobranças geralmente não produzem bons resultados. Cedo ou tarde, marido e mulher aprendem essa lição na prática. Entretanto, se ambos puderem, simplesmente, abrir o coração e comunicar suas necessidades, os espíritos se desarmarão, e as transformações serão possíveis.<br />
 Uma boa idéia é fazer com que cada um formule uma lista de iniciativas que, ao seu ver, poderiam deixar o parceiro feliz. Em seguida, cada cônjuge tem a oportunidade de selecionar dois ou três itens da lista que considera de sua preferência. A partir daí, cada um assume o compromisso de tentar cumprir as sugestões que deu e que o outro selecionou. Como a proposta de mudança partiu da própria pessoa – e não de um esposo ou esposa insatisfeito – a probabilidade de que ela seja efetuada é muito maior.<br />
 Embora aceitação e mudança sempre devam ser levadas em conta pelos casais em crise, será o momento particular que o relacionamento atravessa que indicará qual das duas ênfases deve ser privilegiada. Segundo o psicólogo David H. Barlow, crises mais leves indicam que o casal se beneficiará bastante se empregar, desde o início, estratégias de mudança. Por outro lado, casais em crise mais grave provavelmente obterão maiores avanços se enfatizarem, inicialmente, a aceitação 2.</p>
<p><font color="#ff0000"><strong> CONCLUSÃO</strong></font></p>
<p> Dificuldades de relacionamento sempre representam um desafio. No relacionamento conjugal, isso se revela particularmente verdadeiro. É triste ver como a comunicação defeituosa e a desavença improdutiva podem levar duas pessoas que se amam a causar, uma na outra, mais sofrimento do que alegria. Contudo, as crises conjugais existem, também, para que aprendamos com elas. Ao atravessá-las, podemos nos transformar em melhores serem humanos.<br />
 O Senhor deseja que os casamentos sejam felizes, numa bela ilustração do compromisso que existe entre Cristo e sua igreja. Ainda que, para alguns, este ideal divino de matrimônio possa parecer distante, a fé, a esperança e o amor têm se mostrado aliados poderosos na superação de dificuldades, tanto quanto na construção de relacionamentos gratificantes.<br />
1. Gary Collins. Aconselhamento cristão: edição século 21. São Paulo, Vida Nova, 2004. P. 478.<br />
2. David H. Barlow. Manual clínico dos transtornos psicológicos. 2ª ed. Porto Alegre, Artmed, 1999. P. 541.</p>
<p><font color="#333333"><font color="#3366ff"><em><font color="#333333">(*)</font> Pr Marcelo Rodrigues de Aguiar é pastor Interino da Igreja Batista em Mata da Praia, professor do SETEBES &#8211; Seminário Teológico Batista do Estados do Espírito Santo, bacharel em Teologia e Psicologia, Psicólogo clínico e escritor.  </em></font></font></p>
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		<title>OS DONS ESPIRITUAIS</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 10:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ismael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

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		<description><![CDATA[


Autor: Pr. Marcelo Rodrigues de Aguiar (*)
INTRODUÇÃ

O


Você já reparou como as crianças agem a respeito dos presentes de Natal? Primeiro, elas os ESPERAM. Depois os RECEBEM. Até aí, tudo bem. Mas logo elas passam a EXIBI-LOS, e, finalmente, a BRIGAR por causa deles.
Muitos crentes agem com a mesma infantilidade a respeito dos dons espirituais.
Quais as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><a href="http://www.ibmatadapraia.org.br/wp-content/uploads/2008/04/biblia.jpg" title="biblia.jpg"></a></p>
<p align="left"><span id="more-322"></span></p>
<p align="left"><a href="http://www.ibmatadapraia.org.br/wp-content/uploads/2008/04/biblia.jpg" title="biblia.jpg"><img align="left" src="http://www.ibmatadapraia.org.br/wp-content/uploads/2008/04/biblia.thumbnail.jpg" alt="biblia.jpg" /></a></p>
<p align="left">Autor: Pr. Marcelo Rodrigues de Aguiar (*)</p>
<p><strong><em><font color="#ff0000">INTRODUÇÃ</font></em></strong><strong><em><font color="#ff0000"></p>
<p align="left"><a href="http://www.ibmatadapraia.org.br/wp-content/uploads/2008/04/biblia.jpg" title="biblia.jpg"></a></p>
<p>O</p>
<p></font></em></strong></p>
<p align="left"><a href="http://www.ibmatadapraia.org.br/wp-content/uploads/2008/04/biblia.jpg" title="biblia.jpg"></a></p>
<p>Você já reparou como as crianças agem a respeito dos presentes de Natal? Primeiro, elas os ESPERAM. Depois os RECEBEM. Até aí, tudo bem. Mas logo elas passam a EXIBI-LOS, e, finalmente, a BRIGAR por causa deles.<br />
Muitos crentes agem com a mesma infantilidade a respeito dos dons espirituais.<br />
Quais as razões das muitas disputas e desentendimentos a respeito dos dons? São a IGNORÂNCIA (1Co 12.1) e o EGOÍSMO (1Co 12.17).</p>
<table class="chapter">
<tr class="odd">
<td class="number">1</td>
<td>ACERCA dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes.</td>
</tr>
</table>
<table class="chapter">
<tr class="odd">
<td class="number">17</td>
<td>Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde estaria o olfato?</td>
</tr>
</table>
<p><strong><em><font color="#ff0000">O QUE OS DONS ESPIRITUAIS NÃO SÃO</font></em></strong></p>
<p><font color="#000000">  Não são prova de batismo no Espírito Santo, nem evidência de espiritualidade (1Co 12.7 &#8211; <em>&#8220;Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil&#8221;</em>). Essa evidência é o fruto do Espírito (Gl 5.22,23 &#8211; <em>&#8220;Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei&#8221;</em>).<br />
 Não são talentos naturais (Ef 4.8 &#8211; <em>&#8220;Por isso diz: Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro, E deu dons aos homens&#8221;</em>). Não há um dom espiritual da pintura, ou da música, por exemplo.<br />
 Não são uma lista finita de nove dons (Rm 12.6-8 &#8211; <em>&#8220;De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; Se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino; Ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria&#8221;</em>; 1Co 7.7 &#8211; <em>&#8220;Porque quereria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um de uma maneira e outro de outra&#8221;</em>; 12.8-10 &#8211; &#8220;<em>Porque a um pelo Espírito é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; E a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; E a outro a operação de maravilhas; e a outro a profecia; e a outro o dom de discernir os espíritos; e a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação das línguas&#8221;</em>; Ef 4.11 &#8211; <em>&#8220;E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores&#8221;</em>; 1Pe 4.9-11 &#8211; <em>&#8220;Sendo hospitaleiros uns para com os outros, sem murmurações, Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém&#8221;</em>). Diversos.</font></p>
<p><strong><em><font color="#ff0000">QUAIS SÃO OS DONS ESPIRITUAIS</font></em></strong></p>
<p><font color="#000000"> <strong>PROFECIA</strong> – Falar em nome de Deus (Gn 20.7;Dt 13.1-3). É um dom importante (1Co 14.1-5). Edifica toda a igreja.<br />
 <strong>MINISTÉRIO </strong>– Ajudar os outros em tudo o que for necessário (Rm 12.7).<br />
<strong> ENSINO</strong> – Estudar, entender e transmitir as coisas de Deus (Rm 12.7). É um dom para o qual é necessário dedicação.<br />
 <strong>EXORTAÇÃO</strong> – Não é colocar o dedo no nariz de ninguém, mas corrigir e encorajar (Rm 12.8).<br />
<strong> REPARTIR</strong> – Renunciar aos próprios bens em favor dos necessitados (Rm 12.8; 1Co 13.3).<br />
<strong> PRESIDIR</strong> – Governar, liderar com zelo. É o dom de assumir a liderança de trabalhos da igreja (Rm 12.8).<br />
<strong> MISERICÓRDIA</strong> – Sentir a dor do próximo e providenciar ajuda (Rm 12.8). Quem tem esse dom empatiza com os sofredores. É preciso alegria para não se deixar consumir.<br />
<strong> CELIBATO</strong> – Permanecer solteiro dedicando-se à causa (1Co 7.7,8; Mt 19.10-12).<br />
<strong> SABEDORIA</strong> – Para defender o evangelho em dificuldades, combatendo divisões ou heresias (1Co 12.8).<br />
<strong> CIÊNCIA</strong> – Inteligência sobrenatural. É o dom dos grandes teólogos. Também chamado de dom de conhecimento (1Co 12.8).<br />
<strong> FÉ</strong> – Viver pela confiança em Deus (1Co 12.9).<br />
<strong> CURA</strong> – Instrumento nas mãos de Deus para orar pelos enfermos e vê-los sarados (1Co 12.9).<br />
<strong> MILAGRES</strong> – Tornar o impossível possível (1Co 12.10).<br />
 <strong>DISCERNIMENTO DE ESPÍRITOS</strong> – Descobrir a intenção por trás dos fatos e das pessoas (1Co 12.10). Distinguir quando algo é de Deus, do homem ou do diabo.<br />
 <strong>LÍNGUAS </strong>– Em Pentecostes, foi a capacidade de falar e ser entendido em qualquer idioma (At 2.8). Na igreja de Corinto, era uma língua ininteligível, usada para louvar ao Senhor (1Co 12.10). É considerado o menor dos dons, por não edificar a igreja (1Co 14.4). Paulo procurou disciplinar o seu uso (1Co 14.26-33).<br />
<strong> INTERPRETAÇÃO DE LÍNGUAS</strong> – Tornar o conteúdo da língua ininteligível conhecido (1Co 12.10). Não serve para revelação e sim para louvor, pois quem fala em línguas não fala aos homens e sim a Deus (1Co 14.2).<br />
<strong> APÓSTOLO</strong> – É o missionário pioneiro (1Co 12.28).<br />
<strong> MESTRE</strong> – Formar discípulos (1Co 12.28).<br />
<strong> EVANGELISTA</strong> – Capacidade de evangelizar ou de comandar o evangelismo (Ef 4.11).<br />
<strong> PASTOR</strong> – Cuidar, proteger, dirigir e alimentar o rebanho de Deus, que é a igreja (Ef 4.11).<br />
<strong> HOSPITALIDADE</strong> – Usar sua casa como um hotel de Deus (1Pe 4.9).</font></p>
<p><font color="#ff0000"><strong><em>CONCLUSÃO</em></strong></font></p>
<p><font color="#000000"> Os dons espirituais devem abençoar, não dividir. Eles foram dados por Deus para a edificação do corpo de Cristo. Cada crente tem pelo menos um Dom. Nenhum crente tem todos os dons. Por isso precisamos uns dos outros. Devemos descobrir, usar e desenvolver os nossos dons. Devemos empregá-los com humildade, sabedoria, dependência e espiritualidade<br />
</font></p>
<p><font color="#000000"> </font><em><em><font color="#993366">Na próxima Semana: Um novo Estudo da Palavra de Deus</font></em></em></p>
<p><em><font color="#333333"><em><font color="#3366ff"><font color="#333333">(*)</font> Pr Marcelo Rodrigues de Aguiar é pastor Interino da Igreja Batista em Mata da Praia, professor do SETEBES &#8211; Seminário Teológico Batista do Estados do Espírito Santo, bacharel em Teologia e Psicologia, Psicólogo clínico e escritor.  </font></em></font></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ESCATOLOGIA</title>
		<link>http://www.ibmatadapraia.org.br/index.php/2008/04/escatologia/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 10:14:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ismael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Pr. Marcelo Rodrigues de Aguiar (*)
1. O FIM DO MUNDO
“Escatologia” é a “doutrina das últimas coisas”. Todo apocalipse é escatológico, mas nem toda escatologia é apocalíptica. Para estabelecer uma doutrina, é preferível usar os textos proféticos (Mt 24,25; 1Co 15; 1Ts 4,5; 2Ts 2; 2Pe 3) aos apocalípticos (Dn, Ap), que são simbólicos.
O mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-237"></span>Autor: Pr. Marcelo Rodrigues de Aguiar (*)<a href="http://www.ibmatadapraia.org.br/wp-content/uploads/2008/04/marceloaguair_fio.gif" title="marceloaguair_fio.gif"><img align="right" width="78" src="http://www.ibmatadapraia.org.br/wp-content/uploads/2008/04/marceloaguair_fio.thumbnail.gif" alt="marceloaguair_fio.gif" height="78" style="width: 64px; height: 68px" /></a></p>
<p><em><font color="#333333"><strong>1. O FIM DO MUNDO</strong></font></em></p>
<p><em><font color="#333333">“Escatologia” é a “doutrina das últimas coisas”. Todo apocalipse é escatológico, mas nem toda escatologia é apocalíptica. Para estabelecer </font><a href="http://www.ibmatadapraia.org.br/wp-content/uploads/2008/04/mundo.jpg" title="mundo.jpg"><font color="#333333"><img align="left" src="http://www.ibmatadapraia.org.br/wp-content/uploads/2008/04/mundo.thumbnail.jpg" alt="mundo.jpg" /></font></a><font color="#333333">uma doutrina, é preferível usar os textos proféticos (Mt 24,25; 1Co 15; 1Ts 4,5; 2Ts 2; 2Pe 3) aos apocalípticos (Dn, Ap), que são simbólicos.<br />
O mundo vai acabar? Não há dúvida quanto a isso. Quando e como? A Bíblia atesta o fim (Mt 24.1-3,29; 2Pe 3.7,10-13; Is 34.4; Ap 6.13,14; 21.1). Destruição total do planeta. Não um paraíso na Terra, como querem as Testemunhas de Jeová.<br />
Deus mantém a data em segredo (Mt 24.36,44,50; 25.13; At 1.7; 1Ts 5.2; 2Pe 3.10). Prever datas é antibíblico. Não há porque nos deixarmos enganar.<br />
Não podemos marcar datas, mas podemos identificar sinais da aproximação do fim do mundo (Mt 24.32,33): falsos profetas (Mt 24.5,11; 2Pe 2.1; 1Jo 4.1); guerras e rumores de guerras (Mt 24.6; Zc 14.13; Ap 6.4); fomes e pestes (Mt 24.7; Lc 21.11; Ap 6.5,8); terremotos (Mt 24.7; Ap 11.13); perseguição generalizada (Mt 24.9; Mc 13.12,13; 1Pe 4.12); escândalos, traição e ódio (Mt 24.10; 2Tm 3.13; Jd 1.18); multiplicação da iniqüidade e esfriamento do amor (Mt 24.12); pregação do evangelho a todo o mundo (Mt 24.14; At 1.8); paz enganosa (1Ts 5.3; Mt 24.37-39); surgimento do anticristo (2Ts 2.1-4; 1Jo 2.18,22; Ap 13.18).<br />
Estamos preparados (2Pe 3.9-14)? É isso o que importa.</font></em></p>
<p><em><font color="#333333"><em><strong>2. A GRANDE TRIBULAÇÃO</strong></em></font><font color="#333333"> </font></em></p>
<p><em><font color="#333333"><em>Antes da volta de Cristo e do fim do mundo haverá a maior perseguição já vista (Mt 24.21). Em seu sermão profético, Jesus previu a queda de Jerusalém (70 dC) e a usou como “tipo” da grande tribulação (Mt 24.29,30). Ela será intensa; será universal; será marcada pela apostasia; será comandada pelo anticristo.<br />
Quem é o anticristo? Todo o que é contra Cristo (2Jo 1.7); mas, em particular, o líder da grande tribulação (2Ts 2.1-4). Ele será um homem (Ap 13.18); ele será usado por Satanás (Ap 13.1,2); ele terá apoio religioso (Ap 13.11,12); ele será um líder mundial (Ap 13.8); ele perseguirá os crentes (Ap 13.7). Por enquanto, algo detém a sua manifestação (2Ts 2.6-10). O quê? A igreja, o Espírito Santo? O mandado de Deus!<br />
A igreja passará pela grande tribulação (Ap 3.10; 7.13,14; 13.7; At 14.22). “Pré-tribulacionismo” não é bíblico. A tribulação culminará numa campanha mundial de extermínio dos crentes (Ap 13.16,17; 16.13-16). Ela terminará com a intervenção direta da volta de Cristo, a “parousia” (Ap 19.11-21).<br />
A situação atual é favorável ao cumprimento dessas profecias. Ecumenismo, Nova Era, globalização, unificação política e econômica, controle tecnológico, apostasia cristã. Isso não nos traz medo, mas alegria: breve Jesus voltará (Lc 11.25-28).</em></font></em><em><font color="#333333"> </font></em></p>
<p><strong><em>3. A VOLTA DE CRISTO</em></strong></p>
<p>Deus nunca deixou de cumprir uma promessa, e a volta de Cristo é a promessa mais repetida na Bíblia (Jo 14.1-3; Hb 9.27,28; 2Pe 3.9). Identificamos os sinais. Como será?<br />
A volta de Cristo encerrará a grande tribulação. Ele virá em socorro dos seus (Ap 20.9); aniquilará o anticristo (2Ts 2.8); banirá o diabo (Ap 20.10).<br />
A volta de Cristo será visível. Todo olho o verá (Mt 24.29,30; At 1.9-11; Ap 1.7). Não há “volta invisível” de Jesus na Bíblia, como querem os adventistas e os pré-milenistas.<br />
A volta de Cristo será acompanhada dos anjos. Todos eles o acompanharão em sua glória (Mt 25.31; Jd 1.14,15). O que era invisível será visto.<br />
A volta de Cristo ressuscitará os mortos. Simultaneamente, os mortos ressurgirão, transformados (Dn 12.2; Jo 5.25-29). Todos: salvos e perdidos.<br />
A volta de Cristo transformará os vivos. Isso ocorrerá logo após a ressurreição dos mortos (1Co 15.50-52). Todos receberão um corpo eterno, incorruptível.<br />
A volta de Cristo arrebatará os salvos. Quer ressuscitados, quer transformados, irão unir-se a Jesus nas nuvens (Mt 24.29-31,40,41; 1Ts 4.13-18). “Boas-vindas”!<br />
A volta de Cristo encerrará as oportunidades. Não haverá mais chances de salvação (Ap 6.12-17). Por isso será dia de lamento. Aproveitemos o tempo (Jo 9.4).<br />
A volta de Cristo iniciará o juízo final. Terá início o julgamento (Mt 25.31,32; At 17.21; Jo 5.22; Rm 2.16; 2Tm 4.1). Depois, haverá a separação final.</p>
<p><strong><em>4. O MILÊNIO</em></strong></p>
<p>As principais posições escatológicas cristãs derivam de interpretações de Ap 20.1-10. Normalmente, essas interpretações são extrapoladas para o resto da Bíblia. As 3 mais comuns, e suas expressões mais comuns, são:<br />
<font color="#339966"><strong><em>PÓS-MILENISMO:</em></strong></font> Afirma que o milênio é uma realidade terrestre. A igreja evangelizará o mundo e o converterá. Então haverá um longo período de paz na terra (milênio). Depois emergirá um período de apostasia e maldade, lideradas pelo anticristo. Jesus voltará, ocorrerá a ressurreição, o arrebatamento e o juízo. Posição defendida por Ticônio (Séc IV), Holis Head (Séc XIX) e Wodrow Wilson (Séc XX). Incentivou o imperialismo americano, o nazismo, etc. A Bíblia nega a conversão do mundo (1Jo 2.15-17; 5.19). Diz que ele vai piorar (1Tm 4.1; 2Tm 3.1-5,13; 4.3,4).<br />
<strong><font color="#339966"><em>PRÉ-MILENISMO:</em></font></strong> Também afirma que o milênio é uma realidade terrestre. Cristo o estabelecerá com sua volta. Será precedido pela grande tribulação e o arrebatamento da igreja. Satanás será amarrado. Israel se converterá e reinará com Cristo. Depois de mil anos Satanás será solto. Haverá uma nova revolta. Virá o juízo final. Os ímpios mortos ressuscitarão. Virá o juízo final, que determinará o destino eterno das pessoas. Posição defendida por Justino (Séc II), Irineu (Séc II), Padre Ribeira e Belarmino (Séc XVI), J. N. Darby (Séc XIX), Scofield (Séc XIX), Win Malgo (Séc XX), “Deixados Para Trás” (Séc XXI). Cristo desfez a distinção entre judeus e gentios (Rm 2.28,29; 10.12; Gl 3.28,29). Cristo não veio salvar os judeus, e sim o mundo (Jo 1.29; 3.16; 4.42). O reino de Cristo não é político (Jo 18.36; Lc 17.20,21; Rm 14.17; 1Co 15.50). Não haverá uma restauração da Lei (Gl 2.16; 3.3; Hb 8.13; 10.4). A Bíblia não prevê duas voltas de Cristo (Hb 9.27,28), nem uma volta invisível (Ap 1.7), nem um arrebatamento invisível (1Ts 4.16,17), nem uma ressurreição só de salvos (Jo 5.28,29).<br />
<em><font color="#339966"><strong>AMILENISMO:</strong></font></em> Afirma que o milênio é simbólico. Não haverá um reino terrestre de Cristo com mil anos de duração. Após a grande tribulação, Jesus voltará. Sua volta ressuscitará todos, arrebatará a igreja e trará o juízo. Posição defendida por Agostinho (Séc IV), Lutero (Séc XVI), Calvino (Séc XVI), todas as igrejas evangélicas até o Séc XX, declaração doutrinária da Convenção Batista Brasileira. Mil anos é um tempo simbólico (Sl 90.4; 2Pe 3.8). Satanás amarrado = limitado (Mc 3.27; Lc 10.18; 11.21,22; Jo 12.31; 16.11). Só haverá uma volta de Cristo. Ela será visível. O arrebatamento será visível. Todos ressuscitarão, seguindo-se o juízo final e a separação eterna.<br />
<em><font color="#339966"><strong>ANÁLISE AMILENISTA DE APOCALIPSE</strong></font> 20.1-10</em>: Satanás é amarrado apenas no sentido de enganar as nações tornando-as perseguidoras (1-3). A primeira ressurreição é a espiritual (Col 3.1). A segunda é a física. A primeira morte é a física. A segunda é a espiritual. Os salvos reinam com Cristo no céu (4-6). Novamente liberado para enganar as nações, Satanás promoverá a grande tribulação (7,8). Jesus voltará, salvará a igreja, lançará Satanás no inferno, iniciará o juízo final (9,10).</p>
<p><strong>5. O NOVO CÉU E A NOVA TERRA</strong></p>
<p>Novo céu e nova terra é o destino final da família de Deus (Sl 115.16). Uma longa jornada.<br />
Estado intermediário. O que há depois da morte? “Ninguém voltou”. Jesus sim! E contou (Lc 16.19-31). Os mortos estão conscientes, separados, antecipam em espírito (Ap 6.9-10; 7.9-17). Aguardam lugar definitivo.<br />
Juízo final. Após a ressurreição, a transformação e o arrebatamento, virá o julgamento, o destino eterno e o galardão. Cristo será o juiz (2Tm 4.1). A humanidade, os réus (2Co 5.10). Livros das obras X livro da vida (Ap 20.11-15).<br />
Inferno. “Geena”, fogo que não se apaga (Mc 9.43,44), verme que não morre (Is 66.24), companhia dos perversos (Sl 9.17), presença dos demônios (Mt 25.41), vista do céu (Lc 13.28). É um lugar, e é eterno.<br />
Novo céu e nova terra. Capital: Nova Jerusalém (Ap 21,22). Companhia dos salvos (Ap 22.14), presença dos anjos (Hb 12.22), alegria eterna (Ap 21.4), a face de Jesus (Ap 22.3-5). É um lugar, e é eterno.<br />
Tudo o que aprendemos sobre escatologia deve encher-nos de santo temor, de zelo evangelístico, de inabalável coragem, de urgente arrependimento e de extrema alegria.</p>
<p><em><em><font color="#993366">Na próxima Semana: COMEÇAREMOS UM NOVO TEMA DE ESTUDOS BÍBLICOS: <strong>DONS ESPIRÍTUAIS</strong></font></em></em><em><font color="#333333"><em><font color="#3366ff"><font color="#333333">(*)</font> Pr Marcelo Rodrigues de Aguiar é pastor adjunto da Igreja Batista em Mata da Praia, professor do SETEBES &#8211; Seminário Teológico Batista do Estados do Espírito Santo, bacharel em Teologia e Psicologia, Psicólogo clínico e escritor.  </font></em></font></em></p>
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